Conforme todos os que escrevem para este blog, eis a minha apresentação:
Me chamo Alexandre Lourenção (“lourenço grande” mesmo), tenho 24 anos e sou publicitário, formado pela ESPM, local no qual até hoje atuo como assistente de professor, nos projetos de graduação da faculdade.
Sempre me encantou imensamente lidar com tecnologia: trabalhei em uma área que era responsável pelo marketing de servidores grande porte na IBM, ainda, tive um cargo de ‘Especialista em Second Life’ numa agência web (a Media Contacts) me reportando ao analista de pesquisas que ficava em Boston; fui convidado para trabalhar no departamento de marketing da faculdade que tanto gosto, a ESPM, como responsável pelo marketing digital da Instituição. Atualmente trabalho na F.biz com planejamento de projetos interativos e já atendi clientes como Motorola, Vivo e Chiclets (Cadbury Adams).
Há mais de um ano, quando fiquei sabendo sobre a primeira edição da Campus Party, percebi que era um evento no qual eu não poderia faltar. Essa vontade enorme de participar da festa, não era só por conta da questão profissional, mas também para me divertir como todos os outros nerds ali presente iriam também fazê-lo.
Na ocasião, sabendo que deveria parar por alguns dias para participar ativamente da festa, conversei com o meu ex-chefe – o diretor de marketing e novos negócios da ESPM, Emannuel Publio Dias – sobre as oportunidades de troca de aprendizado que a faculdade teria em um local de como aquele. Acabei sendo um espécie de enviado especial da ESPM à Campus Party 2008 o que até rendeu o artigo Impressões, direto da Campus Party no www.espmdigital.com.br.

Crachá | Campus Party 2008
Retomo até um pouco do meu texto original que escrevi ali, no calor do momento:
“…Já que o público campuseiro tem a cultura online pulsando nas veias, a troca de informações, os papos e compartilhamento de conhecimento realmente faz parte do dia-a-dia do pessoal. Ou seja, a festa tem catarcterísticas de funcionamento muito similares ao de uma rede social online, só que tangibilizada em um local físico e offline, a Bienal – e esse modelo responde grande parte do sucesso das festa e do engajamento dos participantes. (…)”
Me encantei tanto pelo ambiente que me envolvi com desconhecidos e juntos produzimos e um vídeo ridículo e divertido no YouTube
Blogueiros Vs Jornalistas na Campus Party 2008, no qual interpretei no melhor estilo dos vídeos caseiros virais um jornalista no aquário… enfim, foi uma experiência extremamente enriquecedora, elucidativa e ativa sobre a produção de conteúdo online.
Há cerca de 4 meses, me procuraram - o Emmanuel, o meu ex-chefe e o professor que presto assistência na faculdade, Luiz Fernando Abul Garcia, diretor Nacional do Curso de Comunicação Social – para conversa informal sobre aquilo que poderíamos fazer na edição 2009 do evento nerd. Após conversarmos bastante e eu pensar muito, enviei um email (que foi muito bem recebido) para eles com a idéia de fazer uma pesquisa etnográfica com o público campuseiro em ambiente como aquele.
Por conta das atribuições de trabalho na agência, fiquei algum tempo sem ter qualquer notícia ou contato sobre o projeto. Mas após 5 semanas, tive a feliz supresa do contato de uma mestranda em comunicação e práticas de consumo da ESPM e minha amiga Thálita, comentando que o meu email havia circulado entre algumas pessoas da faculdade e que ela tinha muito interesse em fazer este projeto junto comigo.
Sem titubear aceitei, e estou aqui, realizando a pesquisa que vislumbrei e escrevendo neste blog…